sexta-feira, 8 de agosto de 2008
"Imagine all the people..."
Hoje o mundo parou, mais uma vez, para ver a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos. A china deu um show de luzes, cores, sons e sensações, nos presenteado com um momento que, certamente, já entrou para a história. Porém, mais importante do que a beleza plástica, uma cerimônia como essa representa um sonho (utópico para muitos) do que seria o mundo ideal. Durante as Olimpíadas, o mundo vive, na vida real, tudo aquilo que ele sonha e por qual ele luta (ou diz que luta). Por alguns dias, centenas de nações mostram que é possível lutar entre si, mantendo a paz e o espírito humanitário que está presente na essência de todos nós.
Isso é espetacular, ao mesmo tempo em que é uma triste contradição. Como podemos lutar tanto por algo, que achamos ser impossível, e fazemos isso com uma naturalidade absolutamente humana, de quatro em quatro anos? As Olimpíadas é uma prova real de que é possível viver em um mundo perfeito, onde se ganha e se perde, mas acima de tudo, se mantém vivo o sentimento maior do homem, o amor. Eu sei que isso parece um pouco (talvez bastante) piegas, mas esse é um evento que realmente me comove, e não só a mim, ou o mundo não pararia para assisti-lo.
Espero que um dia a gente consiga compreender o que faz com que pessoas de todos os cantos do mundo, cada um com suas culturas, religiões e valores, ignorem essas diferenças, se respeitem e briguem, cada um buscando seu melhor, mas mantendo a tal “chama olímpica” acesa, ofuscando qualquer tipo de sentimento menor. Quando isso acontecer, torço ainda para que consigamos trazê-lo para nossa vida real, por que assim, e talvez só assim, a paz no mundo não dure apenas 17 dias.
Isso é espetacular, ao mesmo tempo em que é uma triste contradição. Como podemos lutar tanto por algo, que achamos ser impossível, e fazemos isso com uma naturalidade absolutamente humana, de quatro em quatro anos? As Olimpíadas é uma prova real de que é possível viver em um mundo perfeito, onde se ganha e se perde, mas acima de tudo, se mantém vivo o sentimento maior do homem, o amor. Eu sei que isso parece um pouco (talvez bastante) piegas, mas esse é um evento que realmente me comove, e não só a mim, ou o mundo não pararia para assisti-lo.
Espero que um dia a gente consiga compreender o que faz com que pessoas de todos os cantos do mundo, cada um com suas culturas, religiões e valores, ignorem essas diferenças, se respeitem e briguem, cada um buscando seu melhor, mas mantendo a tal “chama olímpica” acesa, ofuscando qualquer tipo de sentimento menor. Quando isso acontecer, torço ainda para que consigamos trazê-lo para nossa vida real, por que assim, e talvez só assim, a paz no mundo não dure apenas 17 dias.
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Receita do dia
Há alguns dias eu estava assistindo a um daqueles programas de culinária em que o apresentado europeu é um gato que cozinha super bem e faz pratos complicadíssimos em 5 minutos tentando te convencer de que é facílimo. Bom, em determinado momento do programa o cara dava umas dicas sobre como manter as verduras frescas e bem conservadas. Até aí, tudo ótimo, eu, que já estava adorando a receita , fiquei absolutamente ansiosa pela informação que poderia ser o fim das folhas murchas na geladeira. Porém, enquanto dava a colher de chá, o bonitão demonstrava como plantar um pé de rúculas no cantinho do jardim. Plantar?!! Como assim, plantar?! É isso a dica?! Quando vi aquilo fiquei revoltada. Será que chegamos a um nível tão absurdo de desenvolvimento que precisamos que alguém nos ensine que se colocarmos uma planta com a raiz na terra ela fica viva?
Completamente consternada com o que estava assistindo, desliguei a TV e desisti da idéia de preparar a “salada de lulas com mix de folhas”, e olhe que nem parecia ser tão difícil assim. Pelo jeito, para alguns espectadores, era mais fácil que abrir um buraco na terra e colocar uma planta dentro.
Completamente consternada com o que estava assistindo, desliguei a TV e desisti da idéia de preparar a “salada de lulas com mix de folhas”, e olhe que nem parecia ser tão difícil assim. Pelo jeito, para alguns espectadores, era mais fácil que abrir um buraco na terra e colocar uma planta dentro.
domingo, 20 de julho de 2008
Valeu a pena?!
Semana passado comecei a colocar aparelho nos dentes. Vou virar uma monstra pelos próximos dois anos, além de sofrer o pão que o diabo amassou, triturou e cuspiu em cima. Mas é tudo por uma boa causa. Daqui a dois anos meus dentes estarão lindamente alinhados e eu poderei comer milho, doce de caramelo com coco e outras guloseimas novamente, darei um sorriso de pasta de dente e nem lembrarei de todas as amarguras que passei para que isso acontecesse. E é isso que importa, não é mesmo?!
Eu tenho uma teoria que diz que para evoluir em qualquer coisa, é necessário sofrer. E sei que parece meio radical a princípio, mas é pura verdade. Em absolutamente todas as situações da vida, quando o objetivo é subir um degrau e avançar em um quesito, é obrigatório padecer das amarguras da vida. Pense comigo: para ficar mais forte, é preciso treinar, fazer força, levantar peso, alongar etc, dói. Para ficar mais inteligente é necessário meter a cara no livro, estudar muito, dói. Para manter um relacionamento com alguém, qualquer que seja, é necessário abrir mão de muita coisa, superar os egos, algumas vontades, aprender a ser tolerante, isso dói.
Se pararem para pensar, verão que minha teoria tem fundamento (do contrário, não existiria o provérbio “não se faz um omelete sem se quebrar os ovos”). Mas ela só tem sentido se o sofrimento valer a pena, se no final, o que sobra é apenas lembranças das aflições vividas e satisfação de ter feito a coisa certa em virtude de algo maior, mais importante, mas durável. Mas fazer isso não é tão simples assim, requer muita coragem e persistência para se chegar até o final. Mérito dos que conseguem.
Portanto, toda vez que sinto que alguma coisa não esta me deixando tão contente, como só conseguir comer macarrão e sopa, eu penso se aquilo, no futuro, valerá a pena. Se valer, ótimo, sigo em frente. É por ai que a banda toca...
Eu tenho uma teoria que diz que para evoluir em qualquer coisa, é necessário sofrer. E sei que parece meio radical a princípio, mas é pura verdade. Em absolutamente todas as situações da vida, quando o objetivo é subir um degrau e avançar em um quesito, é obrigatório padecer das amarguras da vida. Pense comigo: para ficar mais forte, é preciso treinar, fazer força, levantar peso, alongar etc, dói. Para ficar mais inteligente é necessário meter a cara no livro, estudar muito, dói. Para manter um relacionamento com alguém, qualquer que seja, é necessário abrir mão de muita coisa, superar os egos, algumas vontades, aprender a ser tolerante, isso dói.
Se pararem para pensar, verão que minha teoria tem fundamento (do contrário, não existiria o provérbio “não se faz um omelete sem se quebrar os ovos”). Mas ela só tem sentido se o sofrimento valer a pena, se no final, o que sobra é apenas lembranças das aflições vividas e satisfação de ter feito a coisa certa em virtude de algo maior, mais importante, mas durável. Mas fazer isso não é tão simples assim, requer muita coragem e persistência para se chegar até o final. Mérito dos que conseguem.
Portanto, toda vez que sinto que alguma coisa não esta me deixando tão contente, como só conseguir comer macarrão e sopa, eu penso se aquilo, no futuro, valerá a pena. Se valer, ótimo, sigo em frente. É por ai que a banda toca...
sábado, 28 de junho de 2008
Por quê não?
Eu ainda não sei sobre o que vou escrever. Hoje não tenho nenhuma historia hilária pra contar. Novidades também não são muitas. Meu cachorro quebrou a sétima coleira daquelas de elástico, que era suportar animais de ate 10 kg, sendo que Cidão tem 6 kg. Sempre achei ele super nutrido. Acho que vou comprar uma daquelas de couro com tachinhas pontiagudas, talvez fique estranho em um yorkshire, mas é bom diferente.
Taí um bom tema... Ser diferente. Acho que se cada um se revoltasse e fizesse alguma coisa que fugisse dos padrões, a gente revolucionaria o mundo. Imaginem ter a liberdade de acordar um belo dia e resolver sair mais cedo de casa para ir andando ao trabalho e no caminho, observar as pessoas, as bancas de revistas, a feira da esquina, uma praça que nunca tinha reparado ou qualquer outra coisa que chamasse a atenção. Ou quem sabe vestir uma roupa diferente, abrir e fechar portas e gavetas com a mão esquerda, ir a um lugar novo, freqüentado por pessoas com que você nunca conheceu nem pensaria em conhecer, ver uma pessoa que age sem medo de tentar o novo como uma mente livre e criativa e não mais como um lunático...
As pessoas já não ousam, não tentam, não experimentam, absorvem as regras passadas por alguém (que talvez também esteja só repassando a informação) e segue aquilo sem olhar para os lados. Se o fizesse veria que existem milhões de possibilidades, de maneiras diferentes de fazer o mesmo, de inúmeras formas de se divertir, de aprender, de amar, de produzir conhecimento, de fazer a diferença no mundo.
Por tudo isso, acho que deveríamos lançar a campanha “por quê não?”, uma luta pela liberdade plena, onde as pessoas tenham o direito de sair de casa com sapatos de cores diferentes, de tomar banho de chapéu e cantar quando der na telha. O objetivo maior da campanha é promover nos adeptos a felicidade na sua forma mais leve, para que ela saia flutuando por ai e contamine a todos, principalmente os que olharem feio e derem risadinhas ao nos ver, louco, os melhores loucos possíveis.
Taí um bom tema... Ser diferente. Acho que se cada um se revoltasse e fizesse alguma coisa que fugisse dos padrões, a gente revolucionaria o mundo. Imaginem ter a liberdade de acordar um belo dia e resolver sair mais cedo de casa para ir andando ao trabalho e no caminho, observar as pessoas, as bancas de revistas, a feira da esquina, uma praça que nunca tinha reparado ou qualquer outra coisa que chamasse a atenção. Ou quem sabe vestir uma roupa diferente, abrir e fechar portas e gavetas com a mão esquerda, ir a um lugar novo, freqüentado por pessoas com que você nunca conheceu nem pensaria em conhecer, ver uma pessoa que age sem medo de tentar o novo como uma mente livre e criativa e não mais como um lunático...
As pessoas já não ousam, não tentam, não experimentam, absorvem as regras passadas por alguém (que talvez também esteja só repassando a informação) e segue aquilo sem olhar para os lados. Se o fizesse veria que existem milhões de possibilidades, de maneiras diferentes de fazer o mesmo, de inúmeras formas de se divertir, de aprender, de amar, de produzir conhecimento, de fazer a diferença no mundo.
Por tudo isso, acho que deveríamos lançar a campanha “por quê não?”, uma luta pela liberdade plena, onde as pessoas tenham o direito de sair de casa com sapatos de cores diferentes, de tomar banho de chapéu e cantar quando der na telha. O objetivo maior da campanha é promover nos adeptos a felicidade na sua forma mais leve, para que ela saia flutuando por ai e contamine a todos, principalmente os que olharem feio e derem risadinhas ao nos ver, louco, os melhores loucos possíveis.
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Nova postagem
Preciso postar, eu sei, eu sei!!! No more cobranças, ok?! Já já a inspiração vem. Vocês sabem como trabalham as mentes brilhantes, né? Precisam de tempo, meditação, iluminação divina e muito café. Se levarmos em consideração os três copos diários de cafeína pura ingeridos nas longas e intermináveis horas, que comprovadamente passam mais lentas
P.S.: Tentarei com o café por mais um tempo, se não funcionar começo a pensar em Whisky.
quinta-feira, 19 de junho de 2008
2008.1
Acabei de terminar meu semestre. Jáh existe.
Depois de abrir mão de muitas horas de sono, fins de semana improdutíveis e outras cosas que tornam nossas vidas de estagiários mais agradáveis, finalmente é chegada a hora de passar uma tarde inteira vendo TV prostrada na cama, numa esbórnia sem fim, regada a muito biscoito Passatempo. Claro que isso não vai acontecer, mas seria ótimo.
Na faculdade só perdi em uma disciplina, a distância... por falta. Tirando isso, tudo nos conformes.
Lá no estágio tudo indo muito bem, o manganês continua bombando. Semana passada divulgamos numa editoria chamada “culinária”, onde os empregados mostram receitas feitas por eles, um fenomenal “filé de tilápias”. O problema era achar uma foto do prato, já que o cara que fez a receita esqueceu da dita cuja. Tudo bem que isso foi o jantar do dia dos namorados, mas o que é que custava dar uma pausa no jantar a luz de velas, na conversa de pé de ouvido e nos sussuros de amor para dizer: “Mozão, diga xiiis, é pro Vale@!! Mas antes limpa esse troço verde no seu dente.” Nada, não é! Tem gente que não colabora... Daí, claro, sobrou pra mim a missão de achar uma foto da p... do peixe. Graças a algum iluminado, hoje existe uma fonte de salvação para tudo, mas nesse dia, nem o Google me salvou. O problema é que a bosta da receita era “ao molho de tangerina”, e eu achei foto de tilápia com tudo que você imaginar: brócolis, molho branco, frutas cítricas, cru, nadando, mas com a porra da tangerina, nada! Por fim, a outra estagiária achou uma foto de filé de tilápia com batatas. Só que não tinha nem essência de batatas na receita. “Thulius (é o nome do cara), o que você acha daquela receita com batatas?” A foto saiu com a legenda: “O delicioso filé de tilápia ao molho de tangerina também fica ótimo acompanhado de batatas”.
Depois dos meus quatro dias de férias de São João (bem que disseram que a Vale era uma mãe...) a vida volta ao normal, e no final de Julho outra reviravolta. Saio da Vale, volto a estudar de manhã e a procurar estágio.
2008.2 ainda é uma incógnita, mas será muito bem vindo. Espero que a gente se der bem, que ele chegue com carinho, trazendo bons ventos e como dizem lá na Vale “Sim, é possível”.
Depois de abrir mão de muitas horas de sono, fins de semana improdutíveis e outras cosas que tornam nossas vidas de estagiários mais agradáveis, finalmente é chegada a hora de passar uma tarde inteira vendo TV prostrada na cama, numa esbórnia sem fim, regada a muito biscoito Passatempo. Claro que isso não vai acontecer, mas seria ótimo.
Na faculdade só perdi em uma disciplina, a distância... por falta. Tirando isso, tudo nos conformes.
Lá no estágio tudo indo muito bem, o manganês continua bombando. Semana passada divulgamos numa editoria chamada “culinária”, onde os empregados mostram receitas feitas por eles, um fenomenal “filé de tilápias”. O problema era achar uma foto do prato, já que o cara que fez a receita esqueceu da dita cuja. Tudo bem que isso foi o jantar do dia dos namorados, mas o que é que custava dar uma pausa no jantar a luz de velas, na conversa de pé de ouvido e nos sussuros de amor para dizer: “Mozão, diga xiiis, é pro Vale@!! Mas antes limpa esse troço verde no seu dente.” Nada, não é! Tem gente que não colabora... Daí, claro, sobrou pra mim a missão de achar uma foto da p... do peixe. Graças a algum iluminado, hoje existe uma fonte de salvação para tudo, mas nesse dia, nem o Google me salvou. O problema é que a bosta da receita era “ao molho de tangerina”, e eu achei foto de tilápia com tudo que você imaginar: brócolis, molho branco, frutas cítricas, cru, nadando, mas com a porra da tangerina, nada! Por fim, a outra estagiária achou uma foto de filé de tilápia com batatas. Só que não tinha nem essência de batatas na receita. “Thulius (é o nome do cara), o que você acha daquela receita com batatas?” A foto saiu com a legenda: “O delicioso filé de tilápia ao molho de tangerina também fica ótimo acompanhado de batatas”.
Depois dos meus quatro dias de férias de São João (bem que disseram que a Vale era uma mãe...) a vida volta ao normal, e no final de Julho outra reviravolta. Saio da Vale, volto a estudar de manhã e a procurar estágio.
2008.2 ainda é uma incógnita, mas será muito bem vindo. Espero que a gente se der bem, que ele chegue com carinho, trazendo bons ventos e como dizem lá na Vale “Sim, é possível”.
segunda-feira, 9 de junho de 2008
De cara nova!
Quem diria, Dos que ficam está de cara nova... Depois de quase um ano de existência, nosso espaço ficou mais bonito, cheiroso e estilizado, palmas pros dsigners gráficos! Com uma vida tão cheia de mudanças, essa era uma que realmente estava faltando.
Mas como em muitos relacionamentos, essa mudança foi (in)conscientemente uma forma de renovar algo importante e que há muito já precisava ser renovado. E isso acontece com muito mais frenquência do que pensamos.
Procure qualquer mulher recém-separada e pergunte qual foi o primeiro lugar que ele foi quando levou um pé na bunda... Pensou psicólogo? melhor amiga? colinho da mãe? Tolinho, ela foi é pro salão!
Isso é óbvio, ja que é garantido que para acontecer qualquer mudança significativa em nossas vidas precisamos, antes demais nada, mudarmos a forma de enxergar aquilo. Seja "aquilo" as suas questões existencias ou sua pré-disposição de escrever no blog. O que importa é a mudança, o movimento, o dinamismo, as novas possiblidades.
Toda essa conversa me lembra um vídeo que eu recebi há 4 anos atrás e que até hoje não tive coragem de apagar. Ele já é conhecido em todo o mundo, mas ainda assim continua sendo incansávelmente lindo. Se chama "Mude", é só colocar no youtube que encontra fácinho.
Mudar é bom, mudar é fundamental, é a mudança (ou a busca dela) que faz a Terra girar e que faz nossas vidas seguirem em frente, mudando constantemente...
Mas como em muitos relacionamentos, essa mudança foi (in)conscientemente uma forma de renovar algo importante e que há muito já precisava ser renovado. E isso acontece com muito mais frenquência do que pensamos.
Procure qualquer mulher recém-separada e pergunte qual foi o primeiro lugar que ele foi quando levou um pé na bunda... Pensou psicólogo? melhor amiga? colinho da mãe? Tolinho, ela foi é pro salão!
Isso é óbvio, ja que é garantido que para acontecer qualquer mudança significativa em nossas vidas precisamos, antes demais nada, mudarmos a forma de enxergar aquilo. Seja "aquilo" as suas questões existencias ou sua pré-disposição de escrever no blog. O que importa é a mudança, o movimento, o dinamismo, as novas possiblidades.
Toda essa conversa me lembra um vídeo que eu recebi há 4 anos atrás e que até hoje não tive coragem de apagar. Ele já é conhecido em todo o mundo, mas ainda assim continua sendo incansávelmente lindo. Se chama "Mude", é só colocar no youtube que encontra fácinho.
Mudar é bom, mudar é fundamental, é a mudança (ou a busca dela) que faz a Terra girar e que faz nossas vidas seguirem em frente, mudando constantemente...
Assinar:
Postagens (Atom)